Arrisquei-me…

Antes de beijá-la eu abracei a sua alma…
Será que eu tive a coragem de lutar contra o meu feitio para não ter que lutar contra o que sentia?
– Tratei de dar ouvidos aos meus sentimentos, ignorei a voz do meu instinto e do que já parecia estar tão “claro”. Mas, eu ainda tive coragem de permitir que me ocupasses… Apesar de saber que mais cedo ou mais tarde (e talvez “do nada”) algo faria eu me afastar. Tive a coragem de apostar que eu conseguiria me adaptar.
Arrisquei-me. Porque as relações exigem-nos isto. Exigem o “conhecer” a andarmos às cegas de mãos dadas com as mesmas que provavelmente acabarão por não ficarem ao nosso lado.
Falam tanto do interesse, mas existirá maior prova que esta? Quebrar barreiras, para que (provavelmente) mais tarde acabem por quebrarem-nos a nós?
É tão surreal/contraditório ter tido a coragem de deixar você conhecer o meu coração e eu ter conhecido o seu, sabendo os riscos que corríamos, e não ter tido a mesma para cortar o mal pela raiz antes que uma parte sua ficasse.
Mas, é verdade que tu não foste uma perca de tempo e que me cativavas.
Ousei tanto que acabei por partir…
Parti, mas sabe quando você queria que algumas coisas fossem diferentes?!
Entretanto, NÃO SÃO. Você sabe que não vai ser… Mas, houve algo ali que você se identificou… E é como você se “saísse forçada”.
Arrisquei-me cedo demais ou tarde demais?
Então, sim, arrisquei-me e afundei-me em ti.🌸

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