O sofrimento seguida de uma superação

Nenhuma estação me esquentou mais que ausência do teu “eu te amo”, nenhum “eu preciso de você”, encaminhou-me tão rápido para mesa de um bar. Após tantos danos não podia e nem estava pronta para aceitar de volta a tua presença. Mas todas as vezes que o destino tratava de nos colocar um de frente para o outro… Perdia-me e recaia de coração cansado. Depois do nosso amor, eu não conseguia me livrar das memórias, do teto ao chão da minha casa só vinham lembranças de você. Foi assim que a sanidade deu boas vindas à melancolia desenfreada, e quando dei por mim, a saudade já cobria o orgulho. Em outras palavras… : “Deixei-me ser o asfalto que toda uma extensa camada de mágoas pisava”. Hoje com ajuda do tempo, declaro-me curada. Passei a ser uma desistente da sua espera/volta. Desisti de quaisquer possibilidades de um “E se?”, e coloquei a frente o “adeus”. Adeus a tudo aquilo que me afastava do meu eu, adeus a todas as mágoas. Adeus ao um amor desequilibrado. Adeus, porque não mereço uma relação incerta. Que vem SEM o intuito de cuidar.

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