Estranho como as pessoas são estranhas

Cobrou-me uma fidelidade onde tudo que existia era confusão.
Cobrou-me uma fidelidade à pessoa que dias atrás contestava que eu não seria a pessoa ideal para enamorar.
Cobrou-me uma fidelidade à pessoa que reivindicou que ambas eram totalmente livres.
Cobrou-me uma fidelidade à pessoa que cegaste-me várias vezes quando o papel era deixares-me ver.

E veja só…

A nossa breve vivência resumiu-se a isto, a um ciclo vicioso e entreaberto em que a base eras tu, a um paradoxo de Camões que não parece fazer sentido à primeira leitura e nem na última fará. Talvez, fomos aquele típico exemplo de que nem todas as histórias bonitas têm um final feliz, ou aquela velha frase clichê “Tudo que vem rápido demais, se vai rápido demais”.

– Fico pensando então, que o amor pode ser é tão perigoso quando não existe discernimento.

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