O melhor encontro

Aventurou-se em se conhecer por inteira. Passou os dedos pela pele dos seus próprios braços e findou-se abraçando. Descobriu-se como o seu amor próprio tem feito bem a ela. Por hora, entendeu porque causava vertigem aquela aventura de se compreender de verdade. E quão íntimo ela conseguiu atingir! Sorria, boquiaberta. Assim, com o tempo, estar de olhos fechados para o mundo agora era estar de olhos bem arregalados para o universo que era o seu (eu). Mas isso tudo não se classificava como egoísmo, não. Na verdade, somente após se compreender universo, é que ela compreendeu que, em essência, todos eram universos. Passou das adversidades de uma vida “padronizada” para a diversidade de sua vida absurdamente livre. Vive tão feliz e agradecida. Em tudo, porta-se muito com o coração. É que… não dava para menosprezar, discriminar, ignorar pessoas que são tanto! Somos todos precipícios, que poucos se aventuram a mergulhar. Embora… Cada um carrega dentro de si universos inteiros.

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